{"id":77491,"date":"2025-08-25T04:25:11","date_gmt":"2025-08-25T07:25:11","guid":{"rendered":"https:\/\/deliveryentregas.com.br\/noticias\/projeto-da-embrapa-apoia-cultura-alimentar-em-comunidades-do-nordeste\/"},"modified":"2025-08-25T04:25:44","modified_gmt":"2025-08-25T07:25:44","slug":"projeto-da-embrapa-apoia-cultura-alimentar-em-comunidades-do-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/deliveryentregas.com.br\/noticias\/projeto-da-embrapa-apoia-cultura-alimentar-em-comunidades-do-nordeste\/","title":{"rendered":"Projeto da Embrapa apoia cultura alimentar em comunidades do Nordeste"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>\u201c\u00c9 um divisor de \u00e1guas\u201d. \u201c\u00c9 transformador\u201d. Essas s\u00e3o as avalia\u00e7\u00f5es de duas mulheres de comunidades que participam do projeto de pesquisa agro alimentar\u00a0Paisagens Alimentares, coordenado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa) Alimentos e Territ\u00f3rios Alagoas e financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que est\u00e1 transformando comunidades rurais no semi\u00e1rido nordestino.<\/p>\n<p>Sem a presen\u00e7a do pai, Anat\u00e1lia Costa Neto, a Nat, a ca\u00e7ula dos dez filhos, come\u00e7ou a trabalhar com 11 anos em casa de fam\u00edlia. Ainda crian\u00e7a, ia para o mangue ajudar a m\u00e3e a pescar aratu e ostras.\u00a0<\/p>\n<p>Hoje, aos 41 anos, \u00e9 uma das 14 integrantes da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Empoderadas de Terra Ca\u00edda de Indiaroba, em Sergipe. Nat chegou na comunidade aos 18 anos para se casar e n\u00e3o saiu mais. <strong>Al\u00e9m do artesanato que j\u00e1 faziam no local, com pe\u00e7as em croch\u00ea, macram\u00ea, madeira e conchas, agora ap\u00f3s a pesquisa da Embrapa Alimentos e Territ\u00f3rios Alagoas, desenvolvem o projeto de turismo de base comunit\u00e1ria, que se tornou mais uma fonte de renda para a comunidade.<\/strong><\/p>\n<p>Nat ganhou, neste m\u00eas, o pr\u00eamio Mulher de Neg\u00f3cio, na categoria Microempreendedora Individual com o conjunto de a\u00e7\u00f5es que realiza na comunidade como a cria\u00e7\u00e3o do hamb\u00farguer de carne de aratu, um caranguejo t\u00edpico do local, no qual concorreu com 150 mulheres do estado de Sergipe. <strong>Segundo ela, o produto que j\u00e1 era produzido anteriormente, ganhou atratividade ap\u00f3s o trabalho da Embrapa.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO projeto me fez vender mais, saber como calcular o pre\u00e7o, que eu n\u00e3o tinha no\u00e7\u00e3o. Foi atrav\u00e9s deles que eu agreguei valor ao meu produto. Vendo na lanchonete e outras de fora pegam comigo. O turista vem e leva para o consumo pr\u00f3prio com uma caixinha de isopor. Muita gente leva para fazer em casa\u201d, contou \u00e0 Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>O projeto Paisagens Alimentares\u00a0tem\u00a0como objetivo promover a valoriza\u00e7\u00e3o da cultura alimentar e do turismo sustent\u00e1vel de base comunit\u00e1ria na regi\u00e3o.\u00a0Os locais escolhidos receberam as visitas dos t\u00e9cnicos da Embrapa que come\u00e7aram a trabalhar com os moradores\u00a0em oficinas, interc\u00e2mbio e imers\u00f5es, envolvendo diretamente mais de 500 participantes e provocando um impacto estimado em mais de cinco mil pessoas da regi\u00e3o.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>No caso da Nat, a orienta\u00e7\u00e3o para agregar valor beneficiou tamb\u00e9m outros produtos como os biscoitos de capim santo e de batata-doce, os produzidos a partir da fruta mangaba com geleias, cocadas, compotas, bolos e pudins, e os mariscos, que tamb\u00e9m t\u00eam sido um sucesso.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAssim a gente vai criando produtos para poder trazer mais fontes de renda para a nossa vida. S\u00e3o muitas coisas \u00e9 s\u00f3 a gente ter a ideia que vai fluindo na mente. Foi atrav\u00e9s da Embrapa que a gente foi conhecendo mais\u201d, comentou.<\/p>\n<h2>Visibilidade<\/h2>\n<p><strong>Ana Paula Ferreira, 38 anos, \u00e9 do assentamento Olho D\u2019\u00c1gua do Casado de Palmeira dos \u00cdndios, no alto sert\u00e3o de Alagoas, onde junto com outras sete mulheres \u00e9 coordenadora. Segundo ela, o projeto da Embrapa promoveu mudan\u00e7as no assentamento.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201c\u00c9 um projeto transformador, que est\u00e1 trazendo economia e liberdade, pertencimento principalmente, no territ\u00f3rio com essa quest\u00e3o de fortalecer o que \u00e9 nosso e desse conceito que \u00e9 viver da agricultura familiar com a contempla\u00e7\u00e3o para mostrar o que h\u00e1 de mais belo para nossos visitantes sobre o cotidiano dos agricultores que colocam a m\u00e3o na terra para produzir o alimento saud\u00e1vel\u201d, relatou a coordenadora, em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Brasil.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>O territ\u00f3rio est\u00e1 inserido em uma \u00e1rea de reforma agr\u00e1ria tendo ao redor o P\u00f4r do Sol dos C\u00e2nions Dourados e C\u00e2nions do S\u00e3o Francisco, permitindo ainda a explora\u00e7\u00e3o tur\u00edstica do local.<\/p>\n<p>Para Ana Paula, a busca pela visibilidade do trabalho feito na agricultura familiar e em assentamentos \u00e9 um fato importante para esses produtores.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cNo conceito de mostrar para o mundo o que estamos fazendo e as pessoas tirem essa venda dos olhos. Quando um visitante vem para a nossa comunidade e tem esse contato com o agricultor, os animais e o povo da ro\u00e7a \u00e9 exaltado e dando import\u00e2ncia a quem produz o alimento\u201d, indicou.<\/p>\n<p><strong>Ela destaca que um dos avan\u00e7os do projeto na comunidade foi trabalhar com o envolvimento de jovens do territ\u00f3rio que come\u00e7avam a se afastar do trabalho feito no local.<\/strong> \u201cHoje com as universidades ao redor, os institutos e as oportunidades eles n\u00e3o precisam sair e nem sonhar ir t\u00e3o longe\u201d disse.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, houve uma expans\u00e3o das atividades que podem ser desenvolvidas no Olho D\u2019\u00c1gua do Casado e resultar em gera\u00e7\u00e3o de renda na agricultura que n\u00e3o eram vistas antes pela comunidade. \u201cDepois da Embrapa e do Iphan [Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional] na comunidade, a gente contemplou tudo dentro do assentamento, com esse conceito de preserva\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou, completando com mais um avan\u00e7o que \u00e9 o projeto de artesanato desenvolvido com as mulheres locais aproveitando a biodiversidade da caatinga.<\/p>\n<p>\u201cMuitas pessoas t\u00eam o conceito de que a caatinga est\u00e1 morta no per\u00edodo de seca do ver\u00e3o, mas com os conhecimentos da Embrapa a gente viu que pode aproveitar a caatinga o ano todo e a preserva\u00e7\u00e3o aumentou, ainda mais, pelas pessoas estarem cultivando as suas \u00e1rvores nativas\u201d, explicou.<\/p>\n<div>\n<div>\n<\/div>\n<p><h6>No Quilombo Engenho Siqueira, em Rio Formoso (PE), \u00e9 preparado o\u00a0funje, prato t\u00edpico de Angola\u00a0\u00a0<strong>Foto Elias Rodrigues\/Embrapa<\/strong><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<h2>Cria\u00e7\u00e3o do projeto<\/h2>\n<p><strong>O supervisor do setor de inova\u00e7\u00e3o e tecnologia da Embrapa Alimentos e Territ\u00f3rios Alagoas, Alu\u00edsio Goulart Silva, contou que o projeto surgiu de uma articula\u00e7\u00e3o com o BID ainda em 2018. <\/strong>As negocia\u00e7\u00f5es continuaram e, quando a Embrapa Alimentos e Territ\u00f3rios Alagoas come\u00e7ou a funcionar, o projeto se enquadrava perfeitamente na miss\u00e3o da nova unidade criada pela empresa.<\/p>\n<p>Ao todo foram tr\u00eas anos de desenvolvimento. No primeiro foi feita uma pesquisa explorat\u00f3ria dos territ\u00f3rios, que levou em considera\u00e7\u00e3o dados de institui\u00e7\u00f5es, universidades, secretarias de estado de turismo e agricultura e do Sebrae nos estados de Sergipe, Alagoas e Pernambuco. O comit\u00ea t\u00e9cnico gestor elencou 20 crit\u00e9rios para avaliar as possibilidades de participa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios e comunidades, que foram visitados pelos t\u00e9cnicos.<\/p>\n<p><strong>Com a avalia\u00e7\u00e3o, foram identificados cinco territ\u00f3rios e seis comunidades, duas delas em Alagoas foram duas comunidades.<\/strong> Uma \u00e9 a Cooperativa Mista de Produ\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o Camponesa (Coopcam) de Palmeira dos \u00cdndios, na regi\u00e3o da Serra da Barriga.<\/p>\n<p>\u201cUma regi\u00e3o muito interessante que tem um hist\u00f3rico grande relacionado \u00e0 cultura ind\u00edgena, o pr\u00f3prio nome da cidade representa isso e essa cooperativa j\u00e1 trabalhava com um fermentado de jabuticaba h\u00e1 40 anos\u201d, explicou, em entrevista \u00e0 Ag\u00eancia Brasil, acrescentando que outro fator que contribuiu com a escolha foi a inten\u00e7\u00e3o da comunidade de desenvolver uma atividade de turismo rural.<\/p>\n<p>A outra foi a do munic\u00edpio de Olho D\u2019\u00c1gua do Casado, que contemplou ainda cidades vizinhas Piranhas, bem conhecida no turismo no Vale do S\u00e3o Francisco, e Delmiro Gouveia.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAli concentramos as nossas a\u00e7\u00f5es no Assentamento Nova Esperan\u00e7a que \u00e9 relativamente novo, em vista de outros no estado, que deve ter entre 25 e 30 anos de exist\u00eancia, cujas fam\u00edlias trabalham basicamente com produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica e exploram todo o potencial, principalmente dos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos da regi\u00e3o, inclusive v\u00e1rios deles j\u00e1 catalogados pelo Iphan\u201d, contou, acrescentando que nesta localidade ainda tinha a atividade de pesca artesanal no Rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>Em Sergipe, mais duas comunidades: uma em Indiaroba, munic\u00edpio que faz divisa com a Bahia, em uma regi\u00e3o que fica quase em frente a Mangue Seco, local bem conhecido do ponto de vista tur\u00edstico.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAli temos uma comunidade grande de catadoras de mangaba e tamb\u00e9m elas se autodenominam marisqueiras. Sobrevivem tanto do marisco na pesca artesanal, quanto do fruto da restinga, que s\u00e3o a mangaba, o murici, o ara\u00e7\u00e1, v\u00e1rios tipos de frutos\u201d, disse, informando que essa comunidade j\u00e1 vem trabalhando ao longo do tempo em outros projetos da Embrapa com foco em recursos gen\u00e9ticos.<\/p>\n<p>Ainda em Sergipe, na regi\u00e3o metropolitana de Aracaju, foi escolhida S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, a quarta cidade mais antiga do Brasil, que tem arquitetura colonial. O que contribuiu para a escolha foi a atividade das mulheres conhecidas como beijuzeiras, que produzem o beiju, um bolo tradicional feito com tr\u00eas ingredientes que contam a hist\u00f3ria da miscigena\u00e7\u00e3o brasileira que s\u00e3o o coco, a mandioca e o a\u00e7\u00facar.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO coco vindo da \u00c1frica, a mandioca dos ind\u00edgenas e o a\u00e7\u00facar da Europa. Elas trabalham muito, inclusive com alguns doces conventuais, originais dos conventos europeus, um exemplo de um dos doces, considerado um patrim\u00f4nio cultural e imaterial da cidade, a queijadinha que n\u00e3o tem queijo. Na Europa utilizavam queijo, mas quando chega no Brasil, foi substitu\u00eddo pelo coco\u201d, declarou, destacando que al\u00e9m dos doces, a cidade vive em torno do artesanato original que conversa com a cultura alimentar local.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Em Pernambuco, s\u00e3o dois grupos que dividem o mesmo territ\u00f3rio que \u00e9 o Manguezal situado na \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental de Guadalupe, pr\u00f3ximo a Praia de Carneiros de um lado da margem tem o grupo da Associa\u00e7\u00e3o das Marisqueiras de Sirinha\u00e9m (Amas), do povoado de Aver-o-Mar. Do outro lado da margem, no munic\u00edpio de Rio Formoso tem a Associa\u00e7\u00e3o Quilombola Engenho Siqueira.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito interessante a composi\u00e7\u00e3o porque eles compartilham os mesmos recursos naturais do manguezal enorme muito bonito e preservado, justamente porque est\u00e1 em uma \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o ambiental. As marisqueiras contam muito da sua hist\u00f3ria pelos frutos do mangue, enquanto os quilombolas que tamb\u00e9m sobrevivem da pesca artesanal, ainda fazem uma agricultura agroecol\u00f3gica auto sustent\u00e1vel muito interessante\u201d, completou Goulart Silva.<\/p>\n<div>\n<div>\n<\/div>\n<p><h6>Marisqueiras do Povoado Pregui\u00e7a, em Indiaroba (SE), apresentam o aratu servido na folha de patioba &#8211; <strong>Foto Renata Silva\/Embrapa<\/strong><\/h6>\n<\/p>\n<\/div>\n<h2>Protagonismo feminino<\/h2>\n<p><strong>Uma situa\u00e7\u00e3o comum entre as comunidades \u00e9 o protagonismo feminino com mulheres rurais \u00e0 frente das atividades, liderando associa\u00e7\u00f5es, coordenando trilhas tur\u00edsticas, organizando viv\u00eancias e estimulando a produ\u00e7\u00e3o artesanal e agroecol\u00f3gica.\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cCoincidentemente, todas as lideran\u00e7as s\u00e3o femininas. Foi um projeto praticamente trabalhando com mulheres rurais, que \u00e9 a nomenclatura usada na Embrapa\u201d, pontuou o supervisor.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Durante tr\u00eas anos, os t\u00e9cnicos da Embrapa ficaram em contato direto com os moradores das comunidades dos tr\u00eas estados que participaram do projeto. <\/strong>\u201c\u00c9 a miss\u00e3o de valorizar os ingredientes da biodiversidade brasileira e promover o desenvolvimento territorial a partir de estrat\u00e9gias de valoriza\u00e7\u00f5es diversas. Entendemos que neste caso do projeto, conectar os alimentos com a cultura alimentar local e o turismo de base comunit\u00e1ria seria uma boa ideia\u201d, informou.<\/p>\n<p>O supervisor chamou aten\u00e7\u00e3o de uma caracter\u00edstica da comunidade quilombola que tem no funje, um tipo de papa parecida com pir\u00e3o, feito com farinha de mandioca, \u00e1gua e sal para acompanhar outros preparos caldosos como a peixada.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA grande curiosidade \u00e9 que este mesmo prato com esse nome \u00e9 original de Angola. Os estudos mostram que este grupo de fato tem uma conex\u00e3o muito forte com Angola. A cultura alimentar daquele povo nos certifica a origem deles\u201d, comentou, admitindo que podem ter origem na Na\u00e7\u00e3o Bantu.<\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c\u00c9 um divisor de \u00e1guas\u201d. \u201c\u00c9 transformador\u201d. 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